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ÙLTIMAS SEMANAS......

Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.

É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.

Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio para te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.

Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você ora nesse momento para que tudo dê certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.

Enfim! Ser mãe, é agradecer a Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nos transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.

Benção maior é ser mãe de 4 . Presente que Deus me deu e que agradeço a Ele todos os dias.

REFLEXÃO

Quando se está grávida, dá uma vontade danada de ver a barriga despontando. A minha anda meio tímida. Estou com aquela aparência meio gorducha. Quem olha, deve se perguntar: “será que ela está grávida ou está gordinha?”. Todo dia de manhã, olho no espelho pra ver se, de repente, sei lá, ela resolveu ficar mais redonda… Mas não, ela continua meio esparramada. Isso faz com que eu me sinta meio estranha nas minhas roupas. Daí, nessas horas, quando estou com minha auto estima lá no pé, meu marido vira pra mim e diz ‘tá gatinha, hein?!’. Com esse elogio, sempre espontâneo, ele me faz um bem danado. E daí eu percebo que, apesar da barriga meio estranha, eu continuo a ser a mesma Pricila, a Pri pela qual ele se apaixonou. E ele continua a ser o mesmo Begson, meu amor.A questão é que, apesar das mudanças –de corpo, hormonais, emocionais– não podemos esquecer quem a gente é. É preciso estar inteira –não apenas dentro das medidas exigidas pela balança– mas, principalmente, emocionalmente. Porque só assim e apenas assim é que a gente consegue seguir em frente com equilíbrio, dentro do eixo.Então, se neste processo todo que é a gravidez você se sentir perdida, desforme, pouco atraente, lembre-se de quem você é e quem será amanhã quando o bebê estiver no seu colo. Eu costumo olhar pro BEGSON porque nos olhos dele, eu sempre me encontro.A gravidez é apenas um tempo, um tempo pro nosso corpo, um tempo pra gerar uma outra vida. E quem já passou por isso pode nos dizer: vale a pena, né? SE VALE ...AFINAL ESSA JÁ É A MINHA 4º GESTAÇÃO

7 meses ....siga em frente...

Já comentei outras vezes aqui do livro “Criando Filhos Gêmeos”, da americana Patricia Maxwell Malmstrom. É umas das poucas literaturas disponíveis para mães e pais de multiplos. Bem, foi neste livro que li um comentário, quando ainda estava no início da gestação, que para a mãe de gêmeos a chegada dos 7 meses é um marco. Isso porque o tamanho da barriga é semelhandte a uma de 9 meses de um bebê único. E dizia mais: a autora comentava que ao chegar nesta etapa da gestação, a mulher pensava ‘nossa, cheguei até aqui’. E então ela desanimava por perceber que ainda tinha algumas boas semanas pela frente. Pois é exatamente isso o que estou sentindo. Estou com sete meses completos e minha barriga está bem grande e pesada. Caminhar é uma tarefa árdua. E o cansaço vive me vencendo. Mas sabe o que é mais bacana de tudo isso? A gente segue em frente e torce, deseja, ora, que os bebês continuem dentro de você até ficarem maduros o suficiente para vir ao mundo. Entro em pânico ao menor sinal de dor. Não quero que minha Lívia nasça prematura… Então eu sigo, batendo meu barrigão por todos os lados, andando feito um pinguim, mas cheia de orgulho . Ah, vale a dica: neste período da gestação você está tão cansada e com tudo tão apertadinho dentro de você que a fome, antes enlouquecida, agora é pequena. Meu apetite diminuiu. Estou comendo menos. Ainda bem, né? Beijos.

Calcinha para gestante..Ahhg Uffa

Este fim de semana, me rendi a calcinha de gestante. Explica-se: sempre imaginei que se um dia ficasse grávida seria uma grávida-fashion. “Calçolão”, nem pensar. Porque, claro, eu também queria ser sexy. Quando a gente fica grávida, na real, percebe que existe um motivo bem plausível para existir calças, sutiãs e calcinhas próprias para esta fase da vida. E quando a gente insiste em não se render a elas, algumas coisas engraçadas e quase constrangedoras acontecem. A calcinha, por exemplo: as que você vestia antes, começam a enrolar e a ficar apertadas. Você senta e já percebe o movimento dela enrolando para baixo da barriga. Daí você tem que levantar e puxar a tal calcinha. Enfim, lá fui eu na loja. E comprei, duas. E, quer saber, são enormes e nada sexy. Enormes mesmo. Cobre metade da barriga e vem naquelas cores que ninguém merece: beje e branco (eu quero pretas!). Mas são tudo!!!!!!! Um conforto só. E sabe de uma coisa, este é um período em que a gente quer mais é se sentir confortável. Mas devo revelar que quando vesti a minha pela primeira vez e me olhei no espelho, tive um ataque de risos e, imediatamente, fechei os olhos. Será que a Angelina Jolie usou essas calçolas? Beijos!

Por que esperar é tão difícil????

Estou na reta final da gravidez. E acho que se existisse um medidor de ansiedade, ele marcaria o ponteiro maximo. Passo os dias sentada, na frente do computador, lendo ou assistindo tevê. O segredo é repousar bastante, evitar se mexer muito e assim garantir a continuidade dos bebês aqui dentro, engordando. Mas, quem já passou por isso sabe… não é fácil. E mais, você ainda tem que ouvir frases do tipo “calma, vai terminar já, já”. Calma, como assim? Quando ouço essa frase, tenho vontade de ter um ataque histérico. É… o final da gravidez é um exercício de paciência. E o período da noite é o mais difícil. Você não tem mais posição para dormir (a posição mais comoda é sentada, recheada de travesseiros ao lado), não tem disposição, a respiração fica difícil e você ainda precisa se levantar, no mínimo, três vezes para ir ao banheiro. E ontem a Lívia,me deu um susto. Ela não se mexeu durante o monitoramento fetal. Eu já estava super preocupada quando a pequena começou a chutar e a se mexer muito. Ufaaaaaa, que alivio. Tô achando que este menininha vai me dar trabalho….beijos


Os primeiros chutes a gente nunca esquece

Eles começaram como se fosse um leve formigamento no topo da barriga. Depois, passando creme no barrigão, senti um leve calombo que, de vez em quando, mudava de lugar. Eram os primeiros chutes –pelo menos os primeiros que senti. É uma sensação esquisita e ao mesmo tempo maravilhosa. E, devo dizer, eles estão se mexendo pacas. Tem horas que consigo sentir bem onde estão os pezinhos. E daí fico passando a mão para me aproximar mais dos meus bebês. Ontem, fiquei um bom tempo acariciando minha barriga. E dava para perceber a movimentação: vinha em ondas. E daí eu falava pro Mauricio: vem sentir, vem sentir. E ele colocava a mão e vibrava comigo. Agora, eu vivo com as mãos encostadas na barriga, esperando pelo próximo chute, a próxima rotação. Aliás, por falar em chutes, ouvi de uma médica pediatra que a rotina que o bebê tem dentro da barriga ele traz para o mundo externo ao nascer. Por exemplo, se é do tipo que mexe muito à noite, sinto dizer, mas ele vai ficar bem acordadinho de noite –foi o que ela disse…. Os meus mexem mais de tarde e no final da noite, mas não percebo grandes movimentações de madrugada. Ufa…… espero que assim seja. E os bebês de vocês, estão mexendo? É bom demais, né? Beijos

Palpites demais incomodam.....

Todo mundo, absolutamente todo mundo, tem uma opinião ou um palpite pra te dar sobre a gravidez. E dar ouvidos a toda essa gente se torna assustador. É palpite sobre o melhor berço, a melhor roupinha, a melhor maternidade, a sua alimentação (sim, porque parece que o que você come vira algo público), o jeito de amamentar, ufa…. Mas o que eu acho mais curioso é quando gente que nem filho tem começa a palpitar sobre como fazer o bebê parar de chorar, como fazê-lo dormir ou a melhor hora para o banho. Hahahahaha. Como isso é possível? Enfim, o que eu percebi nessas minhas, até agora, 19 semanas de gestação é que a gravidez vira algo público. E por algum motivo, que ainda não descobri, as pessoas se sentem tão a vontade em falar. Quando falam coisas proveitosas, ok. Mas e quando vem com perspectivas assustadoras de tudo o que pode te acontecer se você não fizer deste ou daquele jeito… Uma das lições que aprendi nesta fase: a gente só deve falar, se o outro perguntar –aliás, como tudo na vida. E, você, quais foram as maiores bobagens que já ouviu durante a gravidez? Se palpite virasse dinheiro, a gente bem que ficaria cheia da grana! Beijos!

Insônia na Gravidez

Toda noite é a mesma coisa: eu acordo uma, duas vezes pra fazer xixi. Às vezes, eu penso, eu não vou levantar, não vou. Daí, a vontade aperta, a bexiga começa a doer e eu me rendo. Levanto e vou até o banheiro. A questão é que na maioria das vezes quando eu volto pra cama, o sono se foi. Daí eu viro pra um lado, viro pro outro e nada. Fico a conversar com o teto, penso em todas as coisas que preciso fazer e acaricio minha barriga, que cresce mais e mais a cada dia. Alguém mais tem este problema? Como resolver? Tem vezes que levanto da cama, caminho pela casa, deixo meus olhos se perderem pela paisagem da rua. Ou sento no sofa, tento ler um livro, uma revista. Mas, invariavelmente, o sono não vem. É claro que só consigo cochilar quando o dia está amanhecendo. Resultado: passo o dia meio sonada, bocejando. Uma amiga me disse que isso deve ser meu corpo já me preparando para a ausência de sono que terei quando os bebês nascerem. Será? Eu só quero dormir… agora!

Mamãe

A vc que por meses me espera,
E já me ama,
Mesmo sem saber como eu sou,
Se prepara.
Vc sabe que eu seinto o teu carinho mas,
Bem la dentro de teu ventre,
Sozinho, EU TE AMO.
Sei que quando eu nascer,
Vou viver,
E enquanto viver, irei lhe agradeçer.
Por durante muito tempo vc,
Estará sendo meus braços e minha pernas,
E eu por vezes sou o teu cansaço.
Vc que com o teu ninar
É como um berço,
E quando escutar um choro,
Correrá para me socorrer,
Mas na verdade será meu coração,
Que quer te dizer,
TE AMO!!!!

O 2º Sapatinho Rosa



Desde que tive a confirmação que esperava mesmo uma menina e, assim, pude avisar a todos, comecei a ter sensações diferentes que não tive com o meu primeiro filho homem.

Menina é diferente e isso é óbvio, mas não estava preparada para tantos mimos e tanta coisa fofa. Minha primeira experiência foi com o primeiro sapatinho rosa da Bárbara. Que coisa fofa! Fiquei até emocionada quando ganhei, o sapatinho lindo e rosa que ela me deu com tanto carinho.

Desde o sapatinho cada presente que ganho é uma surpresa mais fofa que a outra. O mundo de coisinhas para menina é muito mais diversificado e cheio de coisas delicadas que te conquistam mais a cada momento. E eu, que sempre fui tão básica, já estou vendo minha filha super pirua com tantos lacinhos e babados. A gente realmente muda quando menos espera. Achei que minha filha seria básica, mas estou vendo que falei isso cedo demais.

Já estou vendo o dinheiro que vou ter que gastar com tanto apretecho. Espero não me deslumbrar com tanta coisa fofa e gastar mais que realmente preciso, afinal temos que fazer todos os gastos com consciência, o que também não nos impede de curtir cada segundo deste momento único.

Mexeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




Viajei para Goiânia , pois tinha um casamento de um grande amigo do meu marido para ir por lá no dia 26. O que eu não imaginava era que essa viagem teria um marco tão importante na minha vida enquanto grávida.
Fui à festa com um vestido lindo, vermelho, que meu marido teve que comprar pra mim de última hora, pois incrivelmente o que eu tinha separado para o evento ficou no Rio (Quem está ou já ficou grávida sabe como é a cabeça esquecida de quando estamos gestantes). A minha sorte foi que achei o vestido de primeira e acabou sendo um modelo que vou poder usar por toda a gravidez e depois dela quando minha barriguinha voltar para o lugar. Assim espero.
Mas, o importante aqui não é falar sobre a famosa memória precária das grávidas e nem sobre a dificuldade de se arrumar uma roupa de festa quando o nosso barrigão não para de crescer. Um fato realmente importante marcou este casamento, que vai me fazer tê-lo em minha mente para o resto da vida.
Durante a festa, bem no momento daquelas fotos tradicionais dos amigos de faculdade, todos juntos, dentre outras como aquelas com os pais e padrinhos, minha filha resolveu causar uma revolução dentro de mim e para minha sorte e minha maior emoção, meu marido estava ao meu lado e pôde sentir tudinho junto comigo. O movimento foi tão perceptível que ele chegou a me questionar se eu não estava fazendo aquilo de propósito, mas ele logo percebeu que era mesmo sua filha e ficou super feliz.
A Ágatha já tinha demonstrado bem levemente dentro de mim que estava ali viva e saudável, pelo menos é essa a minha interpretação. Eram movimentos quase imperceptíveis, mas que uma mãe de segunda viagem pode conseguir perceber um pouco mais cedo do que as iniciantes. O único problema era que estes movimentos não eram percebidos pelo pai dela, pois por serem muitos sutis só eu mesma podia sentir.

Toda mulher que já viveu uma gravidez sabe que o pai só se sente imerso de verdade neste momento quando passa a sentir os movimentos do seu filho ou filha dentro da barriga da mãe. Antes disso é uma curtição muito solitária da mulher onde o pai se sente meio distante. Muitos dizem até se sentirem excluídos deste momento tão importante na vida do casal. Então vocês devem imaginar como fiquei feliz quando pude fazer meu marido sentir nossa filha dentro de mim, realmente foi mágico e inesquecível.

A gravidez é realmente recheada de surpresas boas e ruins, mas garanto que sentir seu filho mexendo dentro de você como que querendo dizer: “Olha estou bem aqui dentro, fique tranquila!” Não tem preço! E, sentir isto junto do homem que você ama e que fez este milagre juntinho com você é mais maravilhoso ainda. Pena que não fiz um diário do meu primeiro filho, Gabriel, pois hoje gostaria de reler tudo o que aconteceu na gravidez dele. Por isso dou esta dica para vocês. Escrevam todas as sensações importantes que tiverem durante a gravidez, pois quando seu filho ou filha crescer vai gostar de escutar ou ler e você vai amar relembrar.