O Que é a Depressão Pós-Parto?

O que é a depressão pós-parto?

Novo estudo confirma que há muito o que fazer para ajudar a mulher quando o bebê chega. Veja por que o apoio do pai é fundamental nessa hora

Ana Paula Pontes e Marcela Farrás - Revista Crescer

Quando você decide ter um filho, a expectativa é grande para saber como é o rostinho dele, se está saudável ou com quem parece. É a realização do seu sonho. Mas, de repente, você começa a se sentir triste, angustiada, com muita facilidade de chorar por coisas que antes não te comoviam. Esse sentimento é chamado “baby blues” (ou depressão pós-parto num estágio bem leve) e atinge entre 10 e 15% das mães. Há também quadros de depressão pós-parto mais acentuados, que se manifestam em cerca de 50% das mulheres que acabaram de ter um filho. A mãe não tem vontade de fazer nada, só sente tristeza, e tudo o que quer é sumir daquela situação.

Uma pesquisa publicada pelo Archives of Women’s Mental Health acaba de confirmar o que já era pregado por muitos especialistas. Em todos os estágios de depressão pós-parto, a mulher precisa de apoio para sentir segurança e se recuperar. Além da culpa dos hormônios e de uma possível tendência a ser deprimida, segundo o estudo, a tristeza pode surgir também por conta das dúvidas da mãe quanto à eficácia dos cuidados que ela tem com a criança. Como esse sentimento surge, geralmente, quando a mulher chega em casa e não tem mais a assistência de enfermeiras e médicos, o papel do pai da criança é fundamental, pois ele é a pessoa mais próxima da mãe naquele momento.

Os autores do estudo analisaram um grupo de mães ao completarem duas semanas e seis meses após o nascimento. Houve casos em que a depressão se manifestou apenas na segunda semana, outros apenas no sexto mês e, ainda, aqueles que mantiveram a sensação intensa de angústia durante os dois períodos.

As mães que se mostraram depressivas apenas na segunda semana depois da chegada do bebê apresentaram um aumento da eficácia no cuidado com os filhos entre a segunda semana e o sexto mês, o que resultou na diminuição gradual dos sintomas físicos da depressão. Já aquelas que manifestaram tristeza no sexto mês, relataram a redução do apoio social ao longo do mesmo período. A partir dos depoimentos, os estudiosos perceberam que ter pessoas presentes durante o pós-parto pode diminuir a intensidade da tristeza da mulher ou, até mesmo, acabar com a depressão, pois ela pode dividir preocupações, deveres e momentos de insegurança.

Perigo para a amamentação
Outra pesquisa realizada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) mostra que mães com sintomas de depressão pós-parto têm mais chance de deixar de amamentar o bebê antes do tempo. Isso é verdade.

Antes de chegar a esse estágio, há muito o que fazer. E ninguém precisa se sentir culpado por estar assim, justamente no momento em que o bebê chegou. Há terapias e, inclusive, medicamentos que podem ser tomados mesmo durante a amamentação.

“Toda mulher, depois do nascimento do bebê, tem uma série de alterações hormonais, o que faz com que ela alterne momentos de tristeza e alegria”, diz Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP). Isso é mais comum quando trata-se do primeiro filho do casal, pela insegurança com os cuidados do bebê, mas não quer dizer que a oscilação de humor não possa surgir com os próximos filhos.

O papel dos médicos
Ainda no pré-natal, os pais devem ser preparados psicologicamente pelo obstetra sobre a dificuldade que existe no começo. A ida ao pediatra ainda na primeira semana é fundamental. Mais do que tranqüilizar o casal sobre a saúde do bebê e tudo o que pode acontecer com ele, como o soluço, o espirro, dicas de aleitamento, é hora de conversar com o pai sobre a colaboração e paciência que ele precisa ter nesse começo, tanto com a mãe quanto com o bebê.

“Elas precisam descansar, se alimentar, passear. E não têm de se sentir piores porque estão se cuidando”, diz Alessandro. Ficar um mês em casa somente atendendo às demandas do bebê estressa a mulher. Aceite a ajuda do companheiro e da família porque é normal a mulher se atrapalhar com a maternidade.

“O maior erro da família é mudar o dia-a-dia em função do bebê. O filho nasce para se juntar à vida dos pais”, diz Alessandro. Essas medidas são simples e importantes no combate à depressão. Depois do primeiro mês, a mulher já se sente melhor. O casal mais adaptado com o bebê, e ele aos pais.

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Passe a fase de resguardo livre de preocupações ..

Assim que o bebê, você é obrigada a encarar os enigmas da quarentena: mais um monte de dúvidas voltam a rondar sua cabeça antes mesmo de deixar a maternidade e haja paciência para replanejar a rotina e entender as transformações que acontecem no seu corpo. A confusão já começa pelo nome dessa fase imediata ao pós-parto.

Diferente do que sugere o senso-comum, a recuperação não dura 40 dias o prazo vai variar de acordo com a atividade que você pretende realizar e com o tipo de parto escolhido."Tanto o parto normal quanto a cesariana são ótimos, desde que bem empregados.

Só não dá para fazer normal porque a mãe tem medo da cicatriz ou agendar uma cesariana (e comprometer a formação do bebê) simplesmente por capricho" , afirma o ginecologista Artur Dzik, diretor da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. "Parto bom é aquele com final feliz: mãe e filho no quarto quando tudo termina.

E, para as mais vaidosas, ressalto que, hoje em dia, mulher nenhuma deixa sequer de usar biquíni por causa de marcas do parto, a cicatriz é discreta e fica muito bem escondida".

Isso, claro, se você respeitar as recomendações da fase de resguardo. São dicas simples, mas com repercussão direta no seu bem-estar. A seguir, veja tudo o que você pode fazer e o que precisa ser evitado nessa fase tão delicada. Minucioso, o dr. Artur Dzik explica os detalhes em relação à prática de exercícios físicos, alimentação, tratamentos estéticos e, como não poderia deixar de ser, sexo. Confira!

>> Voltar a dirigir

Parto normal: é preciso esperar um mês para retomar as atividades ao volante. Este é o tempo necessário para o seu útero voltar ao tamanho original e, portanto, é importante evitar fazer força. O repouso também é necessário para que a cicatrização da episiotomia corte vaginal feito para facilitar a passagem do bebê.

Cesárea: também é preciso um mês para assumir a direção.


>> Caminhar sozinha

Parto normal: só depende mesmo da sua disposição. Mas para andar na rua, é melhor esperar uma semana, quando a episiotomia já estiver mais bem cicatrizada.

Cesárea: por causa do corte abdominal, bastante profundo, é melhor evitar caminhar sozinha no primeiro mês. O ideal é restringir os movimentos ao mínimo necessário.


>> Fazer ginástica

Parto normal: um mês depois da chegada do bebê os exercícios de musculação, alongamento, além dos treinos aeróbios estão completamente liberados.

Cesárea: para garantir a cicatrização de todas as camadas da pele, dois meses sem exercícios são exigidos das mulheres que recorrem à cesariana.


>> Tomar banho sem ajuda

Parto normal: se o bebê nasceu pela manhã, à noite você já está livre para saracotear sozinha pelo quarto e ir ao banheiro sem depender de companhia. Nesse caso, a disposição conta muito mais do que a debilitação em si.

Cesárea: por causa do corte no abdômen, pelo menos um dia de inteiro repouso é necessário. Para tomar banho, você vai precisar da ajuda de uma enfermeira nas primeiras 24 horas após o parto, mas não se preocupe com as dores. Atualmente, os especialistas usam uma anestesia chamada intradural com morfina. Ela demora três dias para ser completamente metabolizada e, portanto, livra vocês dos piores incômodos (aqueles logo após o fim da cirurgia).


>> Pintar o cabelo

Parto normal: no caso de tratamentos estéticos, as restrições são as mesmas do período gestacional, independentemente do parto. Isso porque agentes químicos podem comprometer a qualidade do leite materno.

Cesárea: tinturas, ácidos para a pele e medicamentos estão proibidos, salvo sob autorização médica.

>> Comer à vontade

Parto normal: não existem aqui restrições no cardápio. O importante é, ao contrário, reforçar a dieta, com a inclusão de suplementos vitamínicos, ferro e cálcio. As precauções são necessárias para garantir a sua saúde e a produção de leite materno durante os primeiros seis meses de vida do bebê.

Cesárea: vale a mesma recomendação para as mães que fizeram parto normal. Fale com seu médico e veja se é necessário fazer alguma mudança na suplementação que ele receitou durante o pré-natal.


>> Fazer sexo

Parto normal: é preciso, no mínimo, um mês de resguardo. Nesse período, acontece um sangramento natural, que costuma incomodar, e ainda há um pouco de dor vaginal por causa da episiotomia. É preciso esperar a cicatrizar completa do corte vaginal, evitando lesões musculares no assoalho pélvico, na bexiga e até no reto (parte final do intestino). Mas, além das alterações emocionais causadas pela chegada da criança, há mudança hormonal que diminui a libido feminina, principalmente na fase de amamentação. Mas, se este não for o seu caso, não deixe de pedir ao seu médico a receita de um anticoncepcional. Existem pílulas especiais para a mulher que está produzindo leite.

Cesárea: aqui também é necessário um mês de repouso. Mesmo não havendo a cisão vaginal, o corte na barriga exige bastante cautela na cicatrização. Em uma semana, os pontos já caíram ou forma removidos, mas as camadas mais profundas da pele demoram cerca de 30 dias para se restabelecerem completamente. Atrapalhar esse processo favorece a aparição de uma hérnia abdominal. Trata-se de uma saliência arredondada, que precisa de uma cirurgia para ser removida (além do desconforto estético, ela compromete o funcionamento do intestino).

Recuperação Pós Parto




Depois da hora do parto toda a mulher, ao chegar em casa, tem como 100% da preocupação cuidar do filho. Mas engana-se quem pensa que os cuidados devem ser somente com os recém-nascidos. Você e o seu bebê têm que ter os mesmos cuidados. E é claro que como sempre, nesta hora surgem mitos e crendices populares. O ideal é você estar atenta para saber o que é mito e o que é verdade nos cuidados pós-parto.

O período pós-parto é popularmente conhecido como quarentena ou resguardo. Na verdade, como esse período é mais recheado com mentiras do que com verdades, o mais aconselhável é você procurar o seu médico para tirar as dúvidas.

Esse período de resguardo pode ir até a sexta ou oitava semana pós-parto. Esse é o tempo que os seus órgãos vão precisar para voltar ao estado normal, de antes de você engravidar.

O útero da mulher cresce quase que 50 vezes durante a gestação e no local onde a placenta ficou, agora estão pequenas feridas que precisam ser cicatrizadas, por isso mesmo esse tempo de resguardo tem que ser respeitado; caso contrário a mulher corre o risco de ter infecções. A febre pode ser um sintoma dessa infecção, então ao menor sinal de febre procure logo o médico.

É recomendado também que você procure o médico caso o sangramento normal que ocorre após o parto não cesse até o 40º dia.

Outro ponto que pode te incomodar é a episiotomia, aquele corte que o médico precisa fazer entre o ânus e a vagina para que o bebê saia com facilidade; se inchar ou o local ficar dolorido você pode colocar uma bolsa de gelo para aliviar os sintomas, mas antes pergunte ao seu médico se pode!

A higiene nesse período é mais do que necessária, por isso mesmo não deixe de fazer todos os banhos de assento que o medito vai lhe recomendar; e também não deixe de usar os produtos indicados por ele. Tudo isso vai ajudar na cicatrização e no desaparecimento de qualquer foco de infecção.

E não se esqueça que o período de resguardo é para você descansar. Por isso mesmo durma bastante e retome as atividades diárias aos poucos. Depois de 15 dias após o parto a musculatura do abdômen volta quase que 70% da forma original. Por isso mesmo o repouso é necessário, mas não vá ficar deitada o dia todo; o esforço entre levantar e sentar ajuda a estimular a musculatura.

Um mito antigo que foi passado de geração à geração era de que após o parto não se podia tomar banho de corpo inteiro, e tão pouco lavar os cabelos. Isto não é verdade, ao contrário você deverá manter todos os seus hábitos de higiene diários.

Caso você tenha prisão de ventre neste período peça ao seu médico uma solução e lembre-se de não tomar remédios e receitas caseiras milagrosas, tudo que você ingere é passado para o seu bebê através do leite, por isso esteja atenta. Só tome o que seu médico prescrever.

A mesma dica é válida para as rachaduras que por ventura você possa ter nos bicos dos seios, não utilize pomadas ou outra substancia sem consultar o seu médico.

Não carregue peso nos 30 primeiros dias, nem se esse peso for o filhote mais velho. Tudo isso é para que você se recupere mais rápido e possa curtir o seu bebê da melhor forma possível, sem complicações ou sustos.

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ÙLTIMAS SEMANAS......

Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.

É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por ele.

Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio para te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.

Ser mãe, é você ficar admirando o sono de seu filho(a) e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você ora nesse momento para que tudo dê certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.

Enfim! Ser mãe, é agradecer a Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nos transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.

Benção maior é ser mãe de 4 . Presente que Deus me deu e que agradeço a Ele todos os dias.

REFLEXÃO

Quando se está grávida, dá uma vontade danada de ver a barriga despontando. A minha anda meio tímida. Estou com aquela aparência meio gorducha. Quem olha, deve se perguntar: “será que ela está grávida ou está gordinha?”. Todo dia de manhã, olho no espelho pra ver se, de repente, sei lá, ela resolveu ficar mais redonda… Mas não, ela continua meio esparramada. Isso faz com que eu me sinta meio estranha nas minhas roupas. Daí, nessas horas, quando estou com minha auto estima lá no pé, meu marido vira pra mim e diz ‘tá gatinha, hein?!’. Com esse elogio, sempre espontâneo, ele me faz um bem danado. E daí eu percebo que, apesar da barriga meio estranha, eu continuo a ser a mesma Pricila, a Pri pela qual ele se apaixonou. E ele continua a ser o mesmo Begson, meu amor.A questão é que, apesar das mudanças –de corpo, hormonais, emocionais– não podemos esquecer quem a gente é. É preciso estar inteira –não apenas dentro das medidas exigidas pela balança– mas, principalmente, emocionalmente. Porque só assim e apenas assim é que a gente consegue seguir em frente com equilíbrio, dentro do eixo.Então, se neste processo todo que é a gravidez você se sentir perdida, desforme, pouco atraente, lembre-se de quem você é e quem será amanhã quando o bebê estiver no seu colo. Eu costumo olhar pro BEGSON porque nos olhos dele, eu sempre me encontro.A gravidez é apenas um tempo, um tempo pro nosso corpo, um tempo pra gerar uma outra vida. E quem já passou por isso pode nos dizer: vale a pena, né? SE VALE ...AFINAL ESSA JÁ É A MINHA 4º GESTAÇÃO

7 meses ....siga em frente...

Já comentei outras vezes aqui do livro “Criando Filhos Gêmeos”, da americana Patricia Maxwell Malmstrom. É umas das poucas literaturas disponíveis para mães e pais de multiplos. Bem, foi neste livro que li um comentário, quando ainda estava no início da gestação, que para a mãe de gêmeos a chegada dos 7 meses é um marco. Isso porque o tamanho da barriga é semelhandte a uma de 9 meses de um bebê único. E dizia mais: a autora comentava que ao chegar nesta etapa da gestação, a mulher pensava ‘nossa, cheguei até aqui’. E então ela desanimava por perceber que ainda tinha algumas boas semanas pela frente. Pois é exatamente isso o que estou sentindo. Estou com sete meses completos e minha barriga está bem grande e pesada. Caminhar é uma tarefa árdua. E o cansaço vive me vencendo. Mas sabe o que é mais bacana de tudo isso? A gente segue em frente e torce, deseja, ora, que os bebês continuem dentro de você até ficarem maduros o suficiente para vir ao mundo. Entro em pânico ao menor sinal de dor. Não quero que minha Lívia nasça prematura… Então eu sigo, batendo meu barrigão por todos os lados, andando feito um pinguim, mas cheia de orgulho . Ah, vale a dica: neste período da gestação você está tão cansada e com tudo tão apertadinho dentro de você que a fome, antes enlouquecida, agora é pequena. Meu apetite diminuiu. Estou comendo menos. Ainda bem, né? Beijos.

Calcinha para gestante..Ahhg Uffa

Este fim de semana, me rendi a calcinha de gestante. Explica-se: sempre imaginei que se um dia ficasse grávida seria uma grávida-fashion. “Calçolão”, nem pensar. Porque, claro, eu também queria ser sexy. Quando a gente fica grávida, na real, percebe que existe um motivo bem plausível para existir calças, sutiãs e calcinhas próprias para esta fase da vida. E quando a gente insiste em não se render a elas, algumas coisas engraçadas e quase constrangedoras acontecem. A calcinha, por exemplo: as que você vestia antes, começam a enrolar e a ficar apertadas. Você senta e já percebe o movimento dela enrolando para baixo da barriga. Daí você tem que levantar e puxar a tal calcinha. Enfim, lá fui eu na loja. E comprei, duas. E, quer saber, são enormes e nada sexy. Enormes mesmo. Cobre metade da barriga e vem naquelas cores que ninguém merece: beje e branco (eu quero pretas!). Mas são tudo!!!!!!! Um conforto só. E sabe de uma coisa, este é um período em que a gente quer mais é se sentir confortável. Mas devo revelar que quando vesti a minha pela primeira vez e me olhei no espelho, tive um ataque de risos e, imediatamente, fechei os olhos. Será que a Angelina Jolie usou essas calçolas? Beijos!

Por que esperar é tão difícil????

Estou na reta final da gravidez. E acho que se existisse um medidor de ansiedade, ele marcaria o ponteiro maximo. Passo os dias sentada, na frente do computador, lendo ou assistindo tevê. O segredo é repousar bastante, evitar se mexer muito e assim garantir a continuidade dos bebês aqui dentro, engordando. Mas, quem já passou por isso sabe… não é fácil. E mais, você ainda tem que ouvir frases do tipo “calma, vai terminar já, já”. Calma, como assim? Quando ouço essa frase, tenho vontade de ter um ataque histérico. É… o final da gravidez é um exercício de paciência. E o período da noite é o mais difícil. Você não tem mais posição para dormir (a posição mais comoda é sentada, recheada de travesseiros ao lado), não tem disposição, a respiração fica difícil e você ainda precisa se levantar, no mínimo, três vezes para ir ao banheiro. E ontem a Lívia,me deu um susto. Ela não se mexeu durante o monitoramento fetal. Eu já estava super preocupada quando a pequena começou a chutar e a se mexer muito. Ufaaaaaa, que alivio. Tô achando que este menininha vai me dar trabalho….beijos


Os primeiros chutes a gente nunca esquece

Eles começaram como se fosse um leve formigamento no topo da barriga. Depois, passando creme no barrigão, senti um leve calombo que, de vez em quando, mudava de lugar. Eram os primeiros chutes –pelo menos os primeiros que senti. É uma sensação esquisita e ao mesmo tempo maravilhosa. E, devo dizer, eles estão se mexendo pacas. Tem horas que consigo sentir bem onde estão os pezinhos. E daí fico passando a mão para me aproximar mais dos meus bebês. Ontem, fiquei um bom tempo acariciando minha barriga. E dava para perceber a movimentação: vinha em ondas. E daí eu falava pro Mauricio: vem sentir, vem sentir. E ele colocava a mão e vibrava comigo. Agora, eu vivo com as mãos encostadas na barriga, esperando pelo próximo chute, a próxima rotação. Aliás, por falar em chutes, ouvi de uma médica pediatra que a rotina que o bebê tem dentro da barriga ele traz para o mundo externo ao nascer. Por exemplo, se é do tipo que mexe muito à noite, sinto dizer, mas ele vai ficar bem acordadinho de noite –foi o que ela disse…. Os meus mexem mais de tarde e no final da noite, mas não percebo grandes movimentações de madrugada. Ufa…… espero que assim seja. E os bebês de vocês, estão mexendo? É bom demais, né? Beijos

Palpites demais incomodam.....

Todo mundo, absolutamente todo mundo, tem uma opinião ou um palpite pra te dar sobre a gravidez. E dar ouvidos a toda essa gente se torna assustador. É palpite sobre o melhor berço, a melhor roupinha, a melhor maternidade, a sua alimentação (sim, porque parece que o que você come vira algo público), o jeito de amamentar, ufa…. Mas o que eu acho mais curioso é quando gente que nem filho tem começa a palpitar sobre como fazer o bebê parar de chorar, como fazê-lo dormir ou a melhor hora para o banho. Hahahahaha. Como isso é possível? Enfim, o que eu percebi nessas minhas, até agora, 19 semanas de gestação é que a gravidez vira algo público. E por algum motivo, que ainda não descobri, as pessoas se sentem tão a vontade em falar. Quando falam coisas proveitosas, ok. Mas e quando vem com perspectivas assustadoras de tudo o que pode te acontecer se você não fizer deste ou daquele jeito… Uma das lições que aprendi nesta fase: a gente só deve falar, se o outro perguntar –aliás, como tudo na vida. E, você, quais foram as maiores bobagens que já ouviu durante a gravidez? Se palpite virasse dinheiro, a gente bem que ficaria cheia da grana! Beijos!

Insônia na Gravidez

Toda noite é a mesma coisa: eu acordo uma, duas vezes pra fazer xixi. Às vezes, eu penso, eu não vou levantar, não vou. Daí, a vontade aperta, a bexiga começa a doer e eu me rendo. Levanto e vou até o banheiro. A questão é que na maioria das vezes quando eu volto pra cama, o sono se foi. Daí eu viro pra um lado, viro pro outro e nada. Fico a conversar com o teto, penso em todas as coisas que preciso fazer e acaricio minha barriga, que cresce mais e mais a cada dia. Alguém mais tem este problema? Como resolver? Tem vezes que levanto da cama, caminho pela casa, deixo meus olhos se perderem pela paisagem da rua. Ou sento no sofa, tento ler um livro, uma revista. Mas, invariavelmente, o sono não vem. É claro que só consigo cochilar quando o dia está amanhecendo. Resultado: passo o dia meio sonada, bocejando. Uma amiga me disse que isso deve ser meu corpo já me preparando para a ausência de sono que terei quando os bebês nascerem. Será? Eu só quero dormir… agora!

Mamãe

A vc que por meses me espera,
E já me ama,
Mesmo sem saber como eu sou,
Se prepara.
Vc sabe que eu seinto o teu carinho mas,
Bem la dentro de teu ventre,
Sozinho, EU TE AMO.
Sei que quando eu nascer,
Vou viver,
E enquanto viver, irei lhe agradeçer.
Por durante muito tempo vc,
Estará sendo meus braços e minha pernas,
E eu por vezes sou o teu cansaço.
Vc que com o teu ninar
É como um berço,
E quando escutar um choro,
Correrá para me socorrer,
Mas na verdade será meu coração,
Que quer te dizer,
TE AMO!!!!

O 2º Sapatinho Rosa



Desde que tive a confirmação que esperava mesmo uma menina e, assim, pude avisar a todos, comecei a ter sensações diferentes que não tive com o meu primeiro filho homem.

Menina é diferente e isso é óbvio, mas não estava preparada para tantos mimos e tanta coisa fofa. Minha primeira experiência foi com o primeiro sapatinho rosa da Bárbara. Que coisa fofa! Fiquei até emocionada quando ganhei, o sapatinho lindo e rosa que ela me deu com tanto carinho.

Desde o sapatinho cada presente que ganho é uma surpresa mais fofa que a outra. O mundo de coisinhas para menina é muito mais diversificado e cheio de coisas delicadas que te conquistam mais a cada momento. E eu, que sempre fui tão básica, já estou vendo minha filha super pirua com tantos lacinhos e babados. A gente realmente muda quando menos espera. Achei que minha filha seria básica, mas estou vendo que falei isso cedo demais.

Já estou vendo o dinheiro que vou ter que gastar com tanto apretecho. Espero não me deslumbrar com tanta coisa fofa e gastar mais que realmente preciso, afinal temos que fazer todos os gastos com consciência, o que também não nos impede de curtir cada segundo deste momento único.

Mexeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




Viajei para Goiânia , pois tinha um casamento de um grande amigo do meu marido para ir por lá no dia 26. O que eu não imaginava era que essa viagem teria um marco tão importante na minha vida enquanto grávida.
Fui à festa com um vestido lindo, vermelho, que meu marido teve que comprar pra mim de última hora, pois incrivelmente o que eu tinha separado para o evento ficou no Rio (Quem está ou já ficou grávida sabe como é a cabeça esquecida de quando estamos gestantes). A minha sorte foi que achei o vestido de primeira e acabou sendo um modelo que vou poder usar por toda a gravidez e depois dela quando minha barriguinha voltar para o lugar. Assim espero.
Mas, o importante aqui não é falar sobre a famosa memória precária das grávidas e nem sobre a dificuldade de se arrumar uma roupa de festa quando o nosso barrigão não para de crescer. Um fato realmente importante marcou este casamento, que vai me fazer tê-lo em minha mente para o resto da vida.
Durante a festa, bem no momento daquelas fotos tradicionais dos amigos de faculdade, todos juntos, dentre outras como aquelas com os pais e padrinhos, minha filha resolveu causar uma revolução dentro de mim e para minha sorte e minha maior emoção, meu marido estava ao meu lado e pôde sentir tudinho junto comigo. O movimento foi tão perceptível que ele chegou a me questionar se eu não estava fazendo aquilo de propósito, mas ele logo percebeu que era mesmo sua filha e ficou super feliz.
A Ágatha já tinha demonstrado bem levemente dentro de mim que estava ali viva e saudável, pelo menos é essa a minha interpretação. Eram movimentos quase imperceptíveis, mas que uma mãe de segunda viagem pode conseguir perceber um pouco mais cedo do que as iniciantes. O único problema era que estes movimentos não eram percebidos pelo pai dela, pois por serem muitos sutis só eu mesma podia sentir.

Toda mulher que já viveu uma gravidez sabe que o pai só se sente imerso de verdade neste momento quando passa a sentir os movimentos do seu filho ou filha dentro da barriga da mãe. Antes disso é uma curtição muito solitária da mulher onde o pai se sente meio distante. Muitos dizem até se sentirem excluídos deste momento tão importante na vida do casal. Então vocês devem imaginar como fiquei feliz quando pude fazer meu marido sentir nossa filha dentro de mim, realmente foi mágico e inesquecível.

A gravidez é realmente recheada de surpresas boas e ruins, mas garanto que sentir seu filho mexendo dentro de você como que querendo dizer: “Olha estou bem aqui dentro, fique tranquila!” Não tem preço! E, sentir isto junto do homem que você ama e que fez este milagre juntinho com você é mais maravilhoso ainda. Pena que não fiz um diário do meu primeiro filho, Gabriel, pois hoje gostaria de reler tudo o que aconteceu na gravidez dele. Por isso dou esta dica para vocês. Escrevam todas as sensações importantes que tiverem durante a gravidez, pois quando seu filho ou filha crescer vai gostar de escutar ou ler e você vai amar relembrar.

Laqueadura


Revertendo a laqueadura

Mudou de idéias sobre ter filhos? Veja como resolver essa situação


Imagine tomar uma decisão que pode mudar o rumo da sua vida, ou melhor, o rumo da vida de toda a sua família. Agora, imagine que sua vida mude de um dia para o outro e que você se arrependa dessa decisão. Muitas vezes não se pode voltar atrás, mas algumas escolhas podem ser refeitas. Felizmente, a medicina já consegue (pelo menos na maioria das vezes) reverter a laqueadura ou ligadura de trompas.

Optar pela esterilização feminina é um passo importante na vida de um casal, e deve ser muito bem pensado para que não haja arrependimento depois. "Quando a decisão da ligadura é tomada após o casal analisar as inúmeras possibilidades, que devem ser apresentadas pelo médico (término da relação, perda ou doença de filho etc.), o arrependimento tende a ser muito pequeno, daí a importância da informação ao casal. Optar por tal método por imposições de ordem financeira, pressão do cônjuge, instabilidade emocional, certamente elevará a taxa de arrependimento", explica o ginecologista e obstetra Luis Fernando Moraes, diretor do Cremerj. Ele lembra ainda que "o casal deve ser orientado sobre os inúmeros métodos anticoncepcionais, e buscar o método que lhe seja mais conveniente".

Foi engraçado quando o médico disse que muitas mulheres que faziam a laqueadura depois voltavam se dizendo arrependidas

Foi o que aconteceu com a executiva Joana Lacerda, que recebeu orientação médica para tomar a decisão. "Fiz laqueadura com 32 anos, depois de ter meu segundo filho. Fiz porque estava certa de que não queria ter mais filhos. Até houve uma época, quando me separei, que me sentia arrependida, mas hoje gosto da idéia, afinal, a minha condição financeira não é muito confortável", conta. Ela lembra ainda que achou graça quando o médico pediu para que ela assinasse um termo de responsabilidade: "Foi engraçado quando o médico disse que muitas mulheres que faziam a laqueadura depois voltavam se dizendo arrependidas".

Joana diz que não faria uma reversão, e nem conhece ninguém que tenha feito, mas acha válido para quem ainda quer ter filhos, mas propõe um desafio à medicina. "Acho que teria que ser uma coisa mais simples, e não esse procedimento arriscado como é hoje em dia. A reversão da laqueadura deveria ser como a reversão da vasectomia: rápida e simples", sugere.

A cirurgia de laqueadura está regulamentada pela Lei 9.263 (Lei Sobre Planejamento Familiar), de 1996. De acordo com essa Lei, para poder fazer a laqueadura, a mulher precisa ter mais de 25 anos ou dois filhos. Além disso, ela também precisa de uma reunião de Planejamento Familiar e entrevista com assistente social. A cirurgia também não pode ser feita logo após o parto ou a cesárea, a não ser que a mulher tenha algum problema grave de saúde ou tenha feito várias cesarianas.

Existem, ao todo, dez tipos de laqueadura, entre eles, por videocirurgia ou convencional, por colocação de anéis de plástico, clips de titânio, eletrocoagulação ou fio de sutura convencional. Segundo Moraes, um grande percentual de casos pode ser revertido. "Cerca de 70% deles", diz. "Todas elas são microscópicas e interrompem a passagem dos óvulos pelas trompas de falópio até o útero", acrescenta a ginecologista e obstetra Selma Horowicz Camarov.

Revertendo a laqueadura


Dando uma nova chance a vida


Quando é feita a reversão, além dos riscos inerentes a qualquer cirurgia, a paciente corre o risco de uma gravidez tubária. Segundo Dra. Selma, o pior deles. "Como a trompa não é o ambiente adequado para o desenvolvimento de uma gravidez, ela se rompe e forma um quadro de abdome agudo, que provoca dor e hemorragia", informa.

"Apesar disso", afirma a ginecologista, "a laqueadura não altera os hormônios femininos e para as mulheres que desejarem muito ter um filho mesmo depois de ligar as trompas, uma boa opção é a inseminação artificial. Mesmo assim, é bom deixar bem claro que a laqueadura só deve ser feita quando a mulher tiver certeza que não irá querer ter outros filhos."

Eu sabia que poderia não conseguir engravidar de novo, mesmo depois da operação, mas não tinha nada a perder e resolvi arriscar, com o apoio de toda a minha família

80% de chances

Fazer a reversão não é garantia de sucesso em uma nova gravidez. É o que dizem Dr. Moraes e Dra. Selma. De acordo com o ginecologista, as mulheres que fazem a cirurgia têm 80% de chances de conseguirem ter um outro bebê. "Os melhores resultados são obtidos por microcirurgia, buscando a recanalização das trompas", diz Dr. Moraes.

Mas é preciso ficar alerta para as contra-indicações à cirurgia de reversão. "Mulheres que possuem qualquer tipo de doença grave, como diabetes, hipertensão arterial, que foram transplantadas e encontram-se imuno-depressivas, ou que tomam corticóides não têm nem porquê fazer a reversão, afinal, não é nem ao menos indicado que elas tenham filhos. Para aquelas que apresentam algum tipo de inflamação, infecção, cisto ou qualquer outro tipo de obstrução nas trompas, a reversão também é contra-indicada. Com relação à idade, não arriscaria dar um limite específica, mas quanto mais a mulher demorar a fazer a cirurgia, maiores podem ser os riscos. Fora isso, a mulher pode fazer a cirurgia, cuja recuperação dura cerca de 30 dias e, depois de seis meses, pelo menos, já pode pensar em ter outro bebê", afirma Dra. Selma.

Para a dona-de-casa Aura Passarotto, essa cirurgia foi mais que importante, foi uma chance de tentar reconstruir uma vida destruída pela violência no trânsito. "Aos 30 anos perdi meu filho de cinco anos em um acidente de carro. O outro motorista avançou o sinal e pegou nosso carro em cheio, matando meu filho na hora. Me senti destruída por dentro, mesmo depois de me recompor da perda, porque tinha ligado as trompas e não podia mais ter filhos", lembra. Aura procurou uma clínica especializada, conversou com o médico, explicou seu problema e a cirurgia foi feita cerca de um mês depois. "Eu sabia que poderia não conseguir engravidar de novo, mesmo depois da operação, mas não tinha nada a perder e resolvi arriscar, com o apoio de toda a minha família", diz.

Felizmente, Aura estava entre os 80% de casos bem-sucedidos de reversão e conseguiu ter mais dois bebês depois do terrível acidente. "Ainda sofro muito quando lembro do filho que perdi, mas ganhei dois novos presentes de Deus", conta, emocionada. Fazer nova laqueadura? Aura garante que não!

Cynthia Magnani

ETERNAMENTE AMIGAS

Andei por vários lugares...
Encontrei pessoas maravilhosas; que me fizeram sorrir! Perdi e venci, errei e aprendi!
Passei por várias coisas...decepções e alegrias, mas nada foi como Você.
Você sempre esteve presente, calado ou não sempre estava ao meu lado e o melhor de tudo nunca é que encontrei em você uma eternidade e a certeza de uma grande amizade!
Caminhando sempre juntos, eternamente amigos...
De uma pessoa que te ama!
PRICILA LADEIA ♥





Gesto Amigo


Nesta vida inteira vi muitas definições de "amigo"
nenhuma tão verdadeira quanto esta,
que tenho agora comigo.

Não foi uma definição escrita, lida, ou mesmo falada.
Foi sua atitude bonita, sem ter pedido nada.

Não poupou as palavras, ditas com sinceridade.
Foi leal, foi fiel, sem nenhuma maldade.
Abusou da franqueza dizendo o que achou que devia,
mas mantendo a fineza, que uma dama merecia.

Mostrou-me o caminho que eu não deveria tomar,
pois, como um pássaro cego, eu tentava voar.

Na profundidade desse seu gesto, pude compreender:
Você sabia muito mais de mim,
do que eu deveria saber.

E nesse seu ombro amigo eu pude, inteira, me apoiar.
Eu que só queria sua mão para segurar.

Para "amigo" não busco mais nenhuma definição,
porque carrego esse seu gesto bem
guardado no coração.

CHÁ DE FRALDA P/ LÍVIA


Antes de iniciarmos este encontro com o Pai, é importante que estejamos preparados para O escutar. Cada um é convidado, por alguns minutos, a meditar acerca do seu dia e a perguntar a si próprio:

“Que preocupações tive hoje?”, “O que correu mal?”, “O que me entristeceu?”,

“Qual foi hoje a minha atitude para com os meus irmãos?”

Assim, através deste primeiro momento de abertura ao Pai com as nossas inquietações (que muitas vezes nos impedem de nos aproximarmos mais dEle e dos outros) vamos procurar a serenidade e paz interior que necessitamos e deixar que pouco a pouco o nosso coração comece a libertar-se devagarinho...

Espero que este pequeno e simples momento de Encontro com Aquele que mais nos ama, seja para todos, uma fonte de vitalidade e força para chegarmos mais além...

Ofereçamos essas preocupações a Ele. Concentremo-nos neste momento. É o Pai que nos diz: “Estou tão feliz por te ver aqui!”.

Sete Mandamentos dos Pais

Você já viu uma criança puxando a perna do pai ou da mãe, implorando por alguma guloseima ou brinquedo, enquanto o adulto busca nas prateleiras do supermercado as mercadorias de que necessita?

Não demora para que as súplicas do garoto se transformem em choramingos, depois em choro, até que finalmente ele explode num berreiro de romper os tímpanos, gritando: "mas eu quero"!

Talvez você não só tenha visto uma cena assim, mas tenha vivido essa realidade.

A revista seleções do mês de outubro de 1999 trouxe uma série de conselhos para pais e mães que andam às voltas com a educação dos filhos.

Traz opiniões de psicólogos e psiquiatras a respeito do assunto, que podem servir como orientação aos pais que realmente desejam dar uma boa educação aos filhos. Eles estabelecem sete mandamentos básicos:

1º - sejam pais e não colegas. Os filhos precisam de um líder, não de um companheiro. Ser pai ou mãe significa estabelecer limites e impor regras, o que um companheiro não se sente à vontade para fazer.

2º - discipline desde cedo. Nossa tendência, principalmente quando os filhos são pequenos, é tomar a atitude mais fácil. Em vez de ensinar a criança a fazer a cama, enfrentando a má vontade e o choro, achamos mais fácil arrumar a cama nós mesmos.

Muitos deixam para cobrar as pequenas tarefas domésticas quando os filhos estiverem maiores e for mais fácil convencê-los, esquecidos de que, quanto mais se espera, maior será a resistência.

3º - passe mais tempo com os filhos. Os pais podem amar os filhos, mas só isto não basta. Para educar é preciso conhecer, e para conhecer, é preciso conviver.

4º - controle as diversões eletrônicas. alguns pais não se interessam pelas diversões dos filhos e depois se chocam com a linguagem deles, sem se dar conta de que isso é comum nos desenhos que assistem ou nos programas vulgares que a mídia veicula. Há jogos eletrônicos extremamente prejudiciais à formação da criança, como um de corrida de carros, por exemplo, que premia quem consegue atropelar mais pedestres.

5º - saiba o que seu filho anda fazendo. E não basta saber onde ele está, é preciso saber o que está fazendo mesmo. Afinal, ele pode estar fechado na sala de computador às voltas com jogos violentos ou visitando páginas pornográficas na Internet.

6º - não supervalorize a questão da auto-estima. Muitas vezes, na tentativa de elevar a auto-estima do filho os pais elogiam até mesmo os feitos que não são verdadeiros.

Se ele é goleiro, por exemplo, e não fez uma só defesa, não se deve diminuí-lo por causa disso, mas também não se deve tratá-lo como um craque.

Os estudiosos afirmam que a verdadeira auto-estima vem de vencer desafios. Se você os iludir, dizendo que tudo o que fazem está muito bem feito, eles nunca aprenderão a superar as próprias dificuldades e limitações.

7º - continuem casados. A medida mais importante que os pais podem tomar para ajudar os filhos a crescerem bem ajustados é ficar juntos. Nada se compara a isso, dizem os especialistas.

Diz Sara Mclanahan, professora de sociologia de Princeton, que as crianças que crescem ao lado de apenas um dos pais têm, duas vezes mais chances de abandonar a escola, e as meninas, uma probabilidade duas vezes e meia maior de engravidar na adolescência.

A educação dos filhos é uma arte que merece atenção contínua dos pais. E a esse respeito, nunca houve tanto apoio por parte de profissionais da área como nos dias atuais.

O que nos cabe, portanto, é saber buscar orientações de pesquisadores verdadeiramente sérios e interessados em uma educação efetiva e formadora de homens de bem.

Você sabia?

Você sabia que alguns filhos de pais que trabalham fora crescem bem ajustados?

É porque pais conscientes proporcionam aos filhos um dia-a-dia bem planejado, mesmo estando longe.

Eles programam atividades para depois da escola e contam com a ajuda da família, de amigos e vizinhos.

Isso quer dizer que, mesmo estando fisicamente longe, estão constantemente ocupados e interessados na vida dos pequenos.

Porque Necessitamos de Relacionamentos

Querido leitor, a partir deste primeiro texto escrito por mim, estarei mantendo um relacionamento com você através desta coluna. Meu desejo é que os assuntos que serão nela tratados sirvam de edificação e abençoem a sua vida espiritual, emocional e física. Conto desde já com suas orações.

'O relacionamento humano nos ajuda a seguir em frente porque ele sempre pressupõe um futuro' (Albert Camus).
Não existe nada tão forte, tão arraigado na personalidade humana quanto à necessidade de nos relacionarmos. Gostemos ou não, todos nós dependemos uns dos outros. O filósofo John Donne disse: 'Nenhum homem é uma ilha'. Ninguém jamais conseguirá sobreviver sozinho. Precisamos, desde o momento em que nascemos, de nos relacionarmos para sobreviver. Precisamos de amor, afeto, aceitação, segurança e amizade.

Este é um kit de sobrevivência que faz parte de nossa espécie como seres humanos. Precisamos sempre de alguém. 'Não há substituto para um conforto de saber que temos alguém com quem podemos contar inteiramente' ( Iris Murdoch).

Desde que nascemos, temos uma necessidade inata de ligação com o outro. A ausência de relacionamento, seja com a mãe biológica ou alguém que a substitua, impedirá o crescimento e o desenvolvimento natural da criança, podendo levar até mesmo à morte. Essa forte e profunda necessidade humana de cuidados não se altera com a idade. Segundo pesquisas, pessoas adultas que se isolam do mundo, recusando até mesmo a companhia de um animal de estimação, têm grande probabilidade de morrer mais cedo do que aquelas que cultivam algum tipo de relacionamento.

Os dados indicam que o isolamento social é uma causa de mortalidade tão importante quanto o fumo, a hipertensão, a obesidade e a falta de exercício físico (1990, Nashwille Nelson).

Todos nós nascemos com a necessidade permanente de estabelecer relacionamentos significativos com os outros. Essa necessidade surge no dia em que nascemos e permanece até o nosso último suspiro de vida. Todos nós temos a necessidade de ser queridos, aceitos, apreciados, amados e valorizados e isto só poderá ser realizado através de relacionamentos. A necessidade dos relacionamentos faz parte da vontade de Deus em nossa vida. Foi o próprio Senhor quem nos criou para nos relacionarmos. Ao criar Adão, Deus verificou que o homem estava só, sentindo-se solitário e incompleto. Então disse: “Não é bom que o homem viva sozinho; vou fazer para ele alguém que o ajude como se fosse sua outra metade” (Gênesis 2.18).

Deus nos criou com a necessidade de relacionamento, companheirismo e comunhão. 'Assim Deus criou os seres humanos; Ele os criou homem e mulher, e os abençoou, dizendo: tenham muitos e muitos filhos, espalhem-se por toda terra e a dominem. Relacionem-se de modo saudável uns com os outros e sejam abençoados' (Gênesis 1.27,28).

Deus criou o ser humano com a necessidade de partilhar o amor, a confiança, a devoção, no íntimo círculo do relacionamento familiar, com os outros seres humanos e com Ele, Deus.

Você já observou que independente de raça, nação, cultura, todo ser humano busca ter um relacionamento com alguém que lhe seja guia, protetor e Senhor? Isto acontece porque é inato no ser humano o desejo de se relacionar com Deus. O ser humano que não mantém um verdadeiro relacionamento com o seu Criador sempre estará vazio para outros relacionamentos. Somente Deus satisfaz por completo a nossa necessidade humana de aceitação, afeto e apreciação.

Somente Deus satisfaz a nossa busca de plenitude; só Ele dá significado à nossa vida. Enfim, quando nos sentimos amados e aceitos pelo Senhor, nosso ser se abre para amar outras pessoas e passamos a nos relacionar bem com elas. Se mantivermos diariamente um relacionamento consciente com Deus, nossa alma encontrará satisfação em uma vida de bondade, graça, comunhão e plenitude para com Deus e o próximo.

'Jesus respondeu: escutem, este é o primeiro mandamento mais importante da lei. O senhor nosso Deus é o único Senhor. Ame ao Senhor seu Deus com todo o coração, com toda alma, com toda mente e com todas as forças. E o segundo mais importante é este: ame os outros como você ama a você mesmo' ( Marcos 12.29-31).

Se cumprirmos estes mandamentos em nosso viver diário, nossos relacionamentos serão saudáveis espiritualmente com Deus, e emocional e fisicamente com todos os seres humanos, com os quais nos relacionamos diariamente.
Que Deus abençoe ricamente sua vida e seus relacionamentos.

SAUDADESSSS!!

ACHO QUE NUNCA SENTI TANTA SAUDADE EM TODA MINHA VIDA.....

SAUDADE DA PELE,DO CHEIRO.

DO BEIJO, O ABRAÇO...

SAUDADE DE QUEM SE AMA DE VERDADE,

SAUDADE DA PRESENÇA E ATÉ DA AUSÊNCIA CONSENTIDA.

O QUE TENHO POR FORA PARECE INALTERADO,

SORRISO NO ROSTO,ALEGRIA DE VIVER,

PURA FELICIDADE!!!!

MAS POR DENTRO.....

SÃO TANTAS DUVIDAS, DECISÕES A SEREM TOMADAS, CONFLITOS, INCERTEZAS....

COMO FAZER?

O QUE FAZER?

E QUANDO FAZER?

MEU DEEEEEEEUS!!

AS VEZES QUERO CORRER, GRITAR, SUMIR.....

MAS QUANDO OLHO PARA MEUS FILHOS, PERCEBO A GRANDIOSIDADE DE SER MÃE,

A IMPORTANCIA DE ESTAR BEM E SER UMA PESSOA ESTRUTURADA PARA DAR TODO SUPORTE NECESSARIO A ELES.

E É EXATAMENTE ISSO, QUE ME DA FORÇAS PARA ESPERAR..O que Deus tem para o meu Ministério..

AGORA ESTA ACABANDO....FAÇA VALER TODO ESSE SACRIFICIO E DE TODA A GLORIA A JESUS QUE NOS SUSTENTA E NOS DA FORÇAS TODOS OS DIAS!

TE AMO DEMAIS!!! JESUS

BEIJO DA SEMPRE,

Priciladeia


Amamentar: um ato de amor


Nada é mais importante do que amamentar o bebê: mais do que alimentá-lo, é uma forma de deixá-lo seguro e acalentado.O leite materno possui todos os nutrientes que a criança precisa para crescer saudável. Ele é o único alimento com todos os nutrientes necessários aos primeiros meses de vida da criança. Além do mais, a amamentação fortalece a afetividade entre mãe e filho.

Na onda da pulseira anti-enjôo

A novidade que chegou à praia das grávidas veio diretamente dos equipamentos dos marinheiros: os braceletes anti-enjôo, ou Sea Bands. São pulseiras baseadas nos princípios do Do-In, uma técnica milenar da medicina chinesa, que prevê o reequilíbrio orgânico por meio da pressão em determinados pontos do corpo. Usadas há anos por iatistas e mergulhadores, as Sea Bands viraram febre entre as mamães nos Estados Unidos e na Europa, principalmente por seu efeito no combate aos enjôos matinais. No Brasil, é possível adquirir os braceletes pela internet ou em algumas farmácias.

A eficácia do bracelete contra os enjôos típicos dos três primeiros meses da gravidez foi comprovada, inicialmente, por um estudo da Queen´s University, da Irlanda. A partir daí, um teste patrocinado pela prestigiada Revista da Real Sociedade de Medicina, da Inglaterra, mostrou que grávidas que usaram a técnica do Do-In tiveram menos náuseas e vomitaram menos do que as que não recorreram ao método.

Hoje, as Sea Bands são recomendadas até por médicos, como um método alternativo para gestantes que sofrem com os enjôos matinais. Por ser um tratamento sem drogas, as pulseiras não têm contra-indicações e funcionam em ambos os braços. O importante é posicioná-la de modo correto, para que pressione o ponto 6 do Do-In, chamado de Nei-Kuan. Os braceletes podem ser lavados até cinco vezes com água morna e detergente suave, sem perderem sua elasticidade. E, a partir do momento em que são colocados no pulso, levam de dois a cinco minutos para fazer efeito.

Enjôos afetam cerca de 80% das mulheres nos três primeiros meses de gravidez, mas podem se prolongar por toda a gestação. Eles são oriundos do aumento das taxas hormonais e do estímulo do nervo vago sobre a glândula parótida. Com isso, a gestante produz uma salivação alcalina que provoca o mal-estar. Sem falar que a redução dos níveis de glicose no sistema nervoso central também intensifica os enjôos, náuseas e vômitos. Em casos graves, a gestante pode até precisar ser internada para reidratação.

Onde encontrar? Energia Zen – Loja Virtual
www.energiazen.com.br

POR QUE EU AMO ESTAR GRÁVIDA:...

"Porque sou paparicada e rodeada de atenções, carinhos e cuidados extras, especialmente durante os quatro primeiros meses, quando vomito da hora que acordo até a hora que vou dormir; ... porque ter atendimento preferencial, e não ter que esperar em filas de banco, supermercado, lojas e afins poupa um tempo e uma energia preciosíssimos; ... porque vaga de grávida em estacionamento de shopping é sempre pertinho do elevador, e a gente quase não anda; ... porque em loja de roupa, a gente pode ir direto nos números maiores sem crise de auto-estima;... porque meu cabelo fica mais farto, mais forte e com os cachos mais definidos, e eu me sinto uma leoa exibindo a juba por aí;... porque a gente nunca precisa pegar nada que cai no chão - tem sempre alguém por perto disposto a ajudar; ... porque desejo de grávida não se discute, e os outros que se virem para atender; ...
... porque quando a gente não quer comer alguma coisa na casa de alguém, é só dar a desculpa: "putz, eu adoro, mas acho que o bebê não gosta, agora na gravidez não consigo nem sentir o cheiro...", e nem passa por mal-educada; ... porque a barriguinha saliente vira motivo de orgulho, e dá pra usar blusinhas justas à vontade; ... porque sentir o bebê mexer - principalmente naquela fase em que ninguém mais percebe, só você - é uma das sensações mais deliciosas do mundo; ... porque imaginar o rostinho do seu filhote, o cheirinho que ele vai ter, os sonzinhos que vai fazer, o olhar inocente e o sorriso banguela que vão te fazer derreter de tanta ternura, é passatempo que faz a gente esquecer de todo o resto; ... porque gravidez não é doença, mas a gente aproveita pra caprichar no dengo, nas solicitações de carinho e aconchego, na carência e na meiguice, e vira e mexe pode se dar ao luxo de ser 'mulherzinha' sem maiores encucações (às feministas de plantão, favor desconsiderar esse item!); ...
.. porque dá pra gente cantar pra ele(a) as músicas que mais gosta, sem ser interrompido no meio do caminho por uma vozinha estridente: "agora aquela outra, mamããããe!";... porque na barriga a gente pode fazer carinho à vontade, sem perigo de escutar um "beijo agora não, mamãããe!"; ... porque a gente pode dormir à tarde, cochilar no sofá, pescar no meio de uma conversa, e ainda justificar dizendo que gravidez dá um sono incontrolável; ... porque todos os esquecimentos, distrações, besteiradas e confusões são perdoadas, já que é tudo "culpa dos hormônios"; ... porque a gente pode começar a chorar na hora mais inesperada, onde quer que seja e na companhia que for, e ainda dizer, com vozinha aguada e entre soluços: "ai, essa instabilidade da gravidez está acabando comigo... buáááá!"; ... porque o marido sai mais cedo do trabalho pra acompanhar nas consultas de pré-natal, e a gente passa mais tempo junto; ...
... porque carregar dentro da gente um pedacinho daquele que a gente ama, e com quem escolheu dividir a vida, faz o amor crescer, fortalecer, renascer e multiplicar; ... porque sentir a mão do papai acariciando o barrigão, e os chutinhos do bebê em resposta à voz reconhecida, faz a gente se revirar de tanta ternura;... porque a barriga crescendo, e o corpo se modificando e se preparando mês a mês para trazer ao mundo uma nova vida nos faz lembrar do quanto a natureza é poderosa, harmônica e perfeita; ... porque o olhar de "caramba, essa aí deve ser doida de pedra" quando te vêem carregando uma criança de cada lado, e mais uma no barrigão, é impagável; ... porque grávida desperta uma doçura e uma solicitude inacreditáveis na maioria das pessoas; ... porque poucas coisas são tão femininas quanto o corpo arredondado da mulher barriguda ... " TE AMO MEUS FILHOS